Cada quarto, às duas da manhã, meu telefone vibrava. Eram sempre fotos dela – Hélène, minha mulher há dezanove anos – sorrindo com homens que não conhecia. Uma berlina preta, um blusão de couro,…
Naquela noite, o telefone vibrou na mesa de cabeceira. Eram duas da manhã. Abri os olhos, peguei o aparelho. O ecrã iluminou o quarto com uma luz fria. Número desconhecido. No ecrã, uma fotografia. Aumentei a imagem. Ela estava ali. Hélène. Rodeada por dois homens. Um alto, de cabelo escuro, manto caro. O outro mais … Read more